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		<title>Ponto de encontro dos baianos</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Dec 2007 13:42:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Soteropolitanos</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="rio-vermelho_claudiana.jpg" href="http://soteropolitanosdoriovermelho.files.wordpress.com/2007/12/rio-vermelho_claudiana.jpg"></a><a title="rio-vermelho_claudiana14.jpg" href="http://soteropolitanosdoriovermelho.files.wordpress.com/2007/12/rio-vermelho_claudiana14.jpg"></a></p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://soteropolitanosdoriovermelho.files.wordpress.com/2007/12/rio-vermelho_claudiana8.jpg?w=594" alt="rio-vermelho_claudiana8.jpg" /></div>
<p>por Claudiana Silva</p>
<p>De longe, dá para sentir um cheiro agradável, familiar e a boca se enche d´água. O cheiro é do acarajé de Cira, que nos conduz ao Largo da Mariquita. Essa baiana de acarajé vende seus bolinhos numa das praças mais famosas do Rio Vermelho. Este bairro parece possuir uma misteriosa magia que atrai a todos, sendo um dos locais preferidos tanto para distração quanto para morar por pessoas comuns e celebridades, como o escritor baiano Jorge Amado, que residia no bairro. O Rio Vermelho é constituído por vários largos, que foram transformados em locais de encontro, com muita música, boa comida, muitos bares, teatros e restaurantes com cardápio que agradam a diversos paladares.<span id="more-28"></span></p>
<p>A Mariquita é um desses pontos de encontro para conversar, paquerar e passar o tempo. O largo está localizado na margem esquerda do Rio Lucaia, é composto pelo Mercado do Peixe à beira mar, a Praça onde estão dois bares e a baiana de acarajé, Cira. À noite o movimento é maior os bares espalham suas mesas no meio da praça. “Como é iluminada por uma fraca luz amarela, acaba adquirindo um clima diferente, lembrando uma praçinha de interior”, é o que afirma Roberlandia Silva, freqüentadora do Largo. Bem próximo às mesas, Rosilene Silva, filha de Cira, com suas ajudantes fritam os acarajés, disseminando aquele cheiro gostoso por todo o local, sendo impossível ir à praça e não comer este bolinho.</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://soteropolitanosdoriovermelho.files.wordpress.com/2007/12/rio-vermelho_claudiana9.jpg?w=594" alt="rio-vermelho_claudiana9.jpg" /></p>
<p>A explicação para o nome Mariquita tem várias versões. Segundo historiadores, Mariquita é uma palavra tupi mairaquiquiig que significa &#8220;lugar que dá peixe miúdo&#8221;. Este peixe miúdo é a petitinga, que em certas épocas do ano dava em grande quantidade nessa praia, e era muito pescado. No livro &#8220;História de Salvador nos Nomes das Ruas&#8221; de Luis Eduardo Dórea, escritor, jornalista e pesquisador, mairaquiquiig em Tupi significa “sossobro dos franceses”, essa etimologia nos remete a Diogo Alvares Correia.  Historiadores afirmam que Diogo Correia foi um náufrago, um provável tripulante de um navio francês que passou a vida entre os índios do Brasil e facilitou o contato entre nativos e os primeiros missionários que aqui chegaram, consta ter sido ali o local de seu naufrágio.</p>
<p><strong>Muita festa e pouco som<br />
</strong>Como a Superintendência de Controle e Ordenamento do Solo do Município (SUCOM) proibiu o uso de som alto nos largos do Rio Vermelho, lá não existe mais aquele barulho de festa, oriundo do porta-malas dos carros e do Mercado do peixe. Hoje só há uma música bem baixinha, que se confunde com os murmúrios das conversas, produzindo assim um clima ideal para quem deseja “jogar conversa fora”. Os freqüentadores são pessoas mais sossegadas, que estão procurando exatamente esse tipo de ambiente. A freqüentadora Alessandra da Silva, diz que ambiente é bom. Ela adora ir ao Largo da Mariquita, pois é perto de onde mora, não acontecem brigas e a proximidade com o mar torna o local especial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://soteropolitanosdoriovermelho.files.wordpress.com/2007/12/claudiana_riovermelho13.jpg?w=594" alt="claudiana_riovermelho13.jpg" /></p>
<p>Hoje a Praça da Mariquita é toda a área da margem esquerda do rio Camurujipe, onde se encontram bares e mais a frente o famoso Mercado do Peixe. Mas nem sempre foi assim. Antes, como nos conta Ubaldo Marques Porto Filho, em seu livro “O Rio Vermelho” , o largo da Mariquita era de dimensões maiores. Englobava a Praça do Colombo, na margem direita do Rio Camurujipe, onde hoje está o restaurante Colombo, e o Bingo.</p>
<p>Segundo Porto Filho, até a década de 30 no largo ficava o terminal coletivo e este setor possuía também duas praias bem freqüentadas, a da Mariquita e a do Buracão, a segunda com freqüentadores mais seletos. Hoje a praia da Mariquita não possui mais banhistas como antes, isso por que o Rio Lucaia está com altos índices de poluição e deságua neste local da praia, afastando os freqüentadores.</p>
<p>Maisa Silva de Sousa, dona do bar e restaurante Consulado da Cerveja, há oito anos trabalha no largo. Ela diz que o movimento é sempre bom, e que no verão aumenta. “A gente fica contente com a chegada do verão, pois esta é a época que aumenta o número de freqüentadores. Além dos clientes fies, aparecem muitos turistas”, afirma.</p>
<p>Jane Alves dos Reis, garçonete do bar Cabral Quinhentos, que trabalha há quatro anos no largo, diz que com o tempo o movimento caiu. “Antes as pessoas vinham mais aqui, depois da proibição da SUCOM, o número de pessoas foi caindo. Os finais de semana ainda são bem movimentados. O movimento melhorou depois que Cira veio para cá”.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><img src="http://soteropolitanosdoriovermelho.files.wordpress.com/2007/12/claudiana_riovermelho5.jpg?w=594" alt="claudiana_riovermelho5.jpg" /></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><br />
Agradável fim de noite<br />
</strong>O Mercado do Peixe já foi muito freqüentado. O movimento começava nas sextas-feira à noite e só terminava na segunda pela manhã. Está localizado às margens da praia da Mariquita, é composto por vários boxes paralelos. Inicialmente foi construído com o intuito de comercializar os pescados trazidos do mar pelos pescadores e com o tempo foi transformado em local de lazer, é o que afirma Mário Sérgio pescador que trabalha no local. Lá as pessoas também encontram boa comida, principalmente frutos do mar e também pratos regionais, como o pirão de aipim. Quem freqüenta o Mercado são pessoas que estão saindo do trabalho, casais de namorados, grupos de amigos e aqueles que estão vindo de alguma fasta e não pretendem ir para a casa tão cedo. Ou seja, querem resenhar&#8230;Muitos clientes se afastaram porque, por determinação da SUCOM não se pode ouvir som alto, porém existem outras queixas, como explica Dona Zelita dos Santos, proprietária do boxe São Jorge. Ela trabalha a seis anos no Mercado do Peixe, e afirma que ainda continua lá por que não tem alternativa, e se mostra descontente em vários pontos. “São tantos os custos, a perseguição é muita, de todos os lados. Agente paga a prefeitura, associação, manutenção dos banheiros e não temos o retorno. Veja lá as condições dos banheiros, faz nojo, é isso que afasta os clientes”, comenta.</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://soteropolitanosdoriovermelho.files.wordpress.com/2007/12/claudiana_riovermelho.jpg?w=594" alt="claudiana_riovermelho.jpg" /></p>
<p>O segurança Ivan Vasconcelos diz que o Mercado já teve sua época de glória, e que hoje o número de freqüentadores está muito reduzido. “Já foi muito bom, hoje é razoável. Antes o pessoal vinha muito aqui, o fim de noite era muito visitado, já foi até publicado pela Revista Veja, como um dos melhores fins de noite do país”. Afirma e continua dizendo que tem esperanças na volta da época de ouro do Mercado, e que o que distingue o antes do agora, é o número de freqüentadores. “Como antes vinham muitas pessoas, elas faziam uma festona, hoje às vezes ainda acontece um sambinha fundo de quintal que atrai muita gente, isso é bom”, conclui.</p>
<p>Outra baiana de acarajé é Rosilene Silva, que há seis meses deixou o extinto Largo das Baianas em Amaralina para trabalhar no Mercado do Peixe. Ela diz que o local é bom para se trabalhar. “É seguro, super tranqüilo trabalhar aqui, a clientela é fiel. Apesar de sempre aparecer gente diferente, tem gente que sempre vem aqui e a gente acaba conhecendo as pessoas”, afirma.</p>
<p>Como é uma extensão do Largo, o Mercado é também um ambiente bem aconchegante. O estudante Rosenberg Reis Santos diz que freqüenta o mercado porque é um local calmo, ideal para ele já que não gosta de muita agitação. “Olhe! É calmo, para mim que gosto de tomar minha cervejinha básica, com as pessoas que gosto, aqui é o local ideal, tranqüilo, pouca gente no final da tarde, super bom”, afirma.</p>
<p>Salvador possui muito locais especiais, podemos citar o Largo da Mariquita como um desses locais, com seus bares, uma localização privilegiada à beira mar, e tantas outras peculiaridades que conquistam a todos.  Quem quiser passar alguns instantes de muita tranqüilidade, conhecer gente nova, conversar bastante, fica uma excelente dica, sinta-se à vontade para conhecer o Largo da Mariquita no Rio Vermelho.</p>
<p>(novembro de 2007)</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/28/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/28/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/28/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/28/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/28/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/28/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/28/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/28/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/28/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/28/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/28/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/28/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/28/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/28/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/28/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/28/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com&amp;blog=2151163&amp;post=28&amp;subd=soteropolitanosdoriovermelho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Centro de abastecimento do Rio Vermelho</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Dec 2007 18:09:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Soteropolitanos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Talita Caldas Fundado em meados da década de 70, o Centro de Abastecimento do Rio Vermelho representa um resgate do ambiente interiorano muito ausente nos grandes centros urbanos. Conhecido popularmente como CEASA, se tratava de uma tradicional feira a céu aberto, composta por barraquinhas de lona e guarda sol sem infra-estrutura para atender a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com&amp;blog=2151163&amp;post=27&amp;subd=soteropolitanosdoriovermelho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>por Talita Caldas</p>
<p>Fundado em meados da década de 70, o Centro de Abastecimento do Rio Vermelho representa um resgate do ambiente interiorano muito ausente nos grandes centros urbanos. Conhecido popularmente como CEASA, se tratava de uma tradicional feira a céu aberto, composta por barraquinhas de lona e guarda sol sem infra-estrutura para atender a população. Hoje ela pode ser descrita como um grande galpão ordenados em boxes, caracterizado pela comercialização varejista que realiza-se através de uma grande diversidade de produtos como flores, artesanatos, polpas de frutas, artigos para embalagens, frutas, verduras, carnes, além de restaurantes, barzinhos e lanchonetes.<br />
<span id="more-27"></span></p>
<p>Na seqüência das floriculturas Chácara Celeste, Viveiro, Okamoto Flores, Aphalandra Flores e Acácia flores que se localizam na fachada do mercado, o cliente se depara com uma variedade de flores enfileiradas pelo chão que exalam o seu cheiro dando uma sensação de tranqüilidade junto ao seu colorido que alegra o ambiente. A mistura do cheiro das flores com o cantar dos passarinhos e o latido dos cachorros que se encontram nas lojas veterinárias vizinhas as floriculturas, fazem com que por instantes os visitantes se esqueçam da vida movimentada da cidade e sintam o aconchego e paz de uma cidadezinha do interior. A Toca do Bicho, que é uma loja veterinária, além de trabalhar com o comércio legal de animais como peixes, coelhos, gatos, cachorros e passarinho, também disponibiliza produtos e consultas veterinárias, tosa e banho buscando na residência do cliente o seu animal de estimação.</p>
<p>No mercado, os estabelecimentos são distribuídos em boxes e por categorias para venda de produtos de todo o estado e também de fora do país. São encontrados desde frutas e verduras, até belíssimos artesanatos trazidos da Índia, China e Iraque. &#8220;90% do nosso artesanato é trazido do exterior&#8221;, contou Ruth Dorea, vendedora de uma das maiores lojas de artesanato do local, que possui o mesmo nome da floricultura citada anteriormente, a Chácara Celeste.</p>
<p>É estimado que aproximadamente três mil pessoas circulem diariamente pelo centro de abastecimento. Tem casos de pessoas que freqüentam não apenas para a comercialização ou consumo, mas estão constantemente lá por hobby. “Moro aqui atrás na Santa Cruz e passear aqui todos os dias é uma distração maravilhosa pra mim que já estou velha”, contou Zilda Santana, que tem 72 anos.</p>
<p>Para se instalar um comércio no local é necessário apresentar a proposta do ramo de interesse que se quer trabalhar. Havendo a aprovação, a coordenação da CEASA concede um termo de permissão de uso. A partir daí o novo comerciário passa a pagar taxas de aluguel, de água e de energia mensalmente, que varia de preço conforme o espaço e do tempo que se pretende alugar. “Aqui é como um condomínio, existem normas. Não se pode entrar sem camisa nem em trajes de banho”, disse o coordenador da Ceasa, Alberivaldo Moreira.</p>
<p>Apesar do Centro de Abastecimento se localizar na Avenida Luís Eduardo Magalhães, pode-se dizer que ele faz parte do bairro da Santa Cruz, que é caracterizado por habitações humildes espalhadas por suas inúmeras ruas. O bairro é considerado violento e perigoso. “Às vezes tenho medo de trabalhar aqui por causa da Santa Cruz aqui atrás. Além de ter assaltos pelas redondezas, aqui dentro também já tiveram casos”, revelou a vendedora Darilene Souza, da loja Fazendosca. O coordenador disse que a quantidade de policiais efetivos é suficiente para garantir a segurança dos clientes e vendedores. “Trabalho aqui há mais de 20 anos e, graças a Deus, nunca fui assaltado”, disse o vendedor de verduras Joselito Monteiro.</p>
<p>Segundo os vendedores, os meses de maior movimento são junho e dezembro, por causa do São João e do Natal, respectivamente, pela comercialização de produtos naturais como mel, castanha e uva passa. “Gosto muito de comprar aqui, porque além de ser barato, os produtos são de boa qualidade”, explicou a dona de casa Rosangela Mascarenhas. “Aqui eu encontro carnes e peixes fresquinhos. Passo sempre na floricultura pra deixar minha casa sempre arrumada e perfumada”, concluiu.</p>
<p>Além de fazer compras, ou depois de um longo dia de trabalho, as pessoas ainda podem se deliciar com a típica comida caseira, encontrada nos restaurantes do mercado. O famoso restaurante/bar do Edinho é uma das atrações da CEASA. O nome do restaurante leva o apelido do proprietário, Edson Alípio. Sua esposa e administradora do restaurante Irene Messias, revelou que apesar da grande variedade de pratos do cardápio, todos eles são muito requisitados, mas que a rabada com fato é a rainha da casa e conta, “todos os dias tem, todo dia colocamos panelaços no fogo e não sobra nada”. Ela contou também que antes de beber sua cerveja de preferência, é servida grátis, como aperitivo, uma bebida chamada Gabriela. A Gabriela se trata de uma bebida afrodisíaca especialidade da casa, que apenas o Edinho tem a receita e diz só revelá-la quando estiver perto de morrer. “Aqui é um espaço cultural. Aqui recebemos pessoas de todas as classes, de todos os gostos, de todas as preferências. Recebemos aqui muitos artistas. É Carlinhos Brown que vem, é Tatau, Tomate também vem. Só tá faltando a Ivete, mas como o pessoal da banda dela também freqüenta aqui, disseram que já deram o recado e que vão trazer a negona aqui”, contou Irene.</p>
<p>Então pra você que opta por produtos fresquinhos, dar preferência a um almoço com tempero caseiro e quer correr o risco de se esbarrar com alguma estrela popular, o Centro de Abastecimento do Rio Vermelho é o lugar certo.</p>
<p>(outubro de 2007)</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/27/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/27/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/27/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/27/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/27/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/27/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/27/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/27/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/27/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com&amp;blog=2151163&amp;post=27&amp;subd=soteropolitanosdoriovermelho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A morte do Camurujipe</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Dec 2007 00:48:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Soteropolitanos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Claudiana Silva Não há como não perceber que o ar da cidade de Salvador está com um aroma modificado. Ao passar, seja andando ou de carro, às margens de grandes rios  que cortam a cidade, constata-se que um cheiro fétido vem de lá. Como o Rio Camurujipe, que junto a outros rios, até a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com&amp;blog=2151163&amp;post=10&amp;subd=soteropolitanosdoriovermelho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img src="http://soteropolitanosdoriovermelho.files.wordpress.com/2007/12/rio_claudiana3.jpg?w=594" alt="rio_claudiana3.jpg" /></p>
<p>por Claudiana Silva</p>
<p>Não há como não perceber que o ar da cidade de Salvador está com um aroma modificado. Ao passar, seja andando ou de carro, às margens de grandes rios  que cortam a cidade, constata-se que um cheiro fétido vem de lá. Como o Rio Camurujipe, que junto a outros rios, até a década de 70, foram responsáveis pelo abastecimento de água para a cidade e hoje se encontram com altos índices de poluição.<span id="more-10"></span></p>
<p>Apesar do crescimento rápido das cidades, as edificações, principalmente as residenciais, não tiveram uma construção adequada que possibilitasse a eliminação correta dos dejetos produzido pela população. Em Salvador, a forma como se deu a construção do esgotamento sanitário da cidade foi e em uma parte considerável ainda continua sendo precária e de certa forma rudimentar. Segundo a engenheira ambiental da Embasa, Rita Bonfim, o sistema de esgotamento sanitário consistia na construção de vias de esgotos individuais que se dirigia para os rios e/ou mares, sem passar por nenhum tratamento. O ideal seria que as vias de esgotos saissem individualmente das casas canalizados, num outro momento se encontrassem em ducto maior, sendo então direcionadas às estações de tratamento e depois lançados no mar.</p>
<p>O Rio Vermelho, que dá nome ao bairro, conhecido também como Lucaia, é um braço do rio Camurujipe. Ele atravessa toda a Avenida Juracy Magalhães Júnior e deságua no mar. Antes chamava a atenção pela beleza das suas águas avermelhadas. Esta coloração se dava graças ao tipo de arenoso que constituía o seu terreno. A Avenida Juracy Magalhães Júnior também passou a ser  conhecida como Rua do Canal, isso  por que o rio foi transformado num grande canal a céu aberto. Atualmente, o que chama  a atenção, assim como o rio mãe, é a presença de um grande volume de lixo e altos índices de poluição. No trecho do Shopping Salvador, na região do Iguatemi,  podemos observar o quanto a cidade perdeu ao transformar esse grande rio em um reservatório sanitário. Naquele trecho, o Camurujipe encontra-se completamente poluído, e suas margens, que antes estavam cobertas por vegetação, hoje encontram-se cobertas por concreto, perdendo totalmente características de rio.</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://soteropolitanosdoriovermelho.files.wordpress.com/2007/12/rio_claudiana2.jpg?w=594" alt="rio_claudiana2.jpg" /></p>
<p>Como o bairro do Rio Vermelho cresceu às margens do Lucaia, os dejetos das casas eram e são lançados nele, produzindo assim um ambiente ideal para a proliferação de alguns moradores indesejavéis, como ratos, baratas, muriçocas e há quem fale até em cobras. Em decorrência disso alguns moradores consideram o canal  uma propícia fonte de doenças. Quem reside às suas margens afirma que, por várias vezes procuraram a prefeitura com a esperança que o órgão resolvesse o problema, porém nunca tiveram uma resposta satisfatória, resultando sempre no jogo de empurra &#8211; empurra entre a prefeitura e a Embasa.</p>
<p>Segundo um morador antigo que não quis se identificar, os problemas ligados a poluição são inúmeros, desde o mal cheiro, extremamene forte, que é a principal reclamação, até a possibilidade de transmição de doenças. Comenta: “Outro dia encontrei Dona Joana. Ela me disse que sua filhinha estava doente, de um dia para o outro apresentou febre, assim, de repente&#8230; O que é isso? É essa sujeira aí, e a gente é quem fica na pior”. Questionado sobre a intervenção da prefeitura, ele diz que nada se resolve: “É cansativo, os governantes vestem a pele, mas não são lobos. O eleitor só vale para esse povo demagogo, enquanto não deposita seu voto na urna”.</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://soteropolitanosdoriovermelho.files.wordpress.com/2007/12/rio_claudiana5.jpg?w=594" alt="rio_claudiana5.jpg" /></p>
<p><strong>Inúmeros prejuizos</strong><br />
O mau cheiro incomoda a quem passa, a quem vive às margens do rio e a quem trabalha próximo ao canal. Lá existem várias casas comerciais, como oficina, padaria, pet shop, faculdades e até um restaurante. Todos os comerciantes têm o mesmo discurso, o mesmo posicionamento, reclamam sempre do mal cheiro. O forte odor, além de levar prejuizo à saúde daquelas pessoas que precisam ficar um grande período exposto a ele, também traz prejuízo para comércio, pois acaba afastando os clientes. É o que afirma Paula Dautro, gerente da loja Campo Belo, especializada em produtos veterinários. Paula termina dizendo que alguns funcionários ao final de um dia de trabalho acabam apresentando fortes dores de cabeça, atribuídas ao mau cheiro.</p>
<p>Há muito tempo atrás a prefeitura realizou alguns trabalhos para reduzir a ocorrência dos transbordamentos, que sempre aconteciam em épocas de chuvas. Hilzete Cuzi, moradora da rua desde a infância, diz que os transbordametos eram constantes, mas depois dos trabalhos de limpeza do canal, a ocorrência foi reduzida. “Hoje durante as chuvas o volume de água dobra, o canal fica muito cheio, mas não há alagamentos. Seria até bom que alagasse porque pelo menos lavava, la-va-va&#8230;, o pior é esse mal cheiro que ninguém suporta. Muito se fala sobre o Bahia Azul, muito comercial, mas pouca ação. O que temos aqui é um Bahia Negro”, afirma.</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://soteropolitanosdoriovermelho.files.wordpress.com/2007/12/rio_claudiana6.jpg?w=594" alt="rio_claudiana6.jpg" /></p>
<p><strong>Quem reclama também causa</strong><br />
A presença de um grande volume de lixo às margens do Lucaia denuncia que algo mais é lançado em seu leito além das águas de esgoto. É o que confirma  Adriana Antunes, que trabalha numa das residências situada na avenida. Ela, por várias vezes, já presenciou alguns indivíduos jogando lixo dentro do rio, não só lixo, mas também animais mortos. “Esta ação só contribui para o agravo do nosso problema, todo mundo reclama da poluição do rio, mas alguns moradores daqui também são responssáveis pelo estado que o rio se encontra”, acrescenta.</p>
<p>Procuramos a prefeitura para conhecer seu posicionamento quanto às afirmações feitas pelos moradores da rua do canal. Foi quando o nome de Antônio Almir Santana Melo Júnior surgiu. Almir Melo, como é mais conhecido, na atual gestão ocupa o cargo de diretor admnistrativo da Superintendência de Manutenção e Conservação da Cidade (SUMAC). Não foi possível conversar com ele, pois estava em uma viagem, segundo informações de sua secretaria. A função da SUMAC é a de executar o plano de conservação e manutenção de estradas e vias, além se administrar o sistema de drenagem do município.</p>
<p>Fomos direcionados para Fernando Sampaio, gerente de operações deste órgão. Sampaio nos informou que alguns trabalhos já haviam sido realizados para amenizar os problemas causado pelo rio, como a limpeza do seu leito. Porém as atividades foram suspensas em determinado momento, por que os equipamentos utilizados para fazer a drenagem, estavam batendo num duto da Empresa Baiana de Água e Saneamento (Embasa) que passava por baixo do rio, e que transporta dejetos sanitários e segue em direção ao mar. E este constante atrito poderia causar danos ao duto gerando um problema ainda maior. “Após algumas drenagens precebemos a existência deste duto que impedia a continuidade de nossos trabalhos. Temos a intenção de resolver o problema do rio, mas para isso é preciso que a Embasa resolva o problema do duto e também das bocas de esgotos que constantemente despejam dejetos no canal e são de sua resposabilidade”, comentou.</p>
<p>A Embasa, através do gerente da divisão de tratamento de esgotos, Virgílio Bandeira, responde dizendo que no local existe um emissário submarino, ou seja, um duto que transporta esgoto sanitário após passar por um adequado tratamento nas estações. Ele foi construído sob o rio e segue em direção ao oceano e a sua retirada seria algo complicado, já que foi construido a uma grande profundidade. “Ele passa por baixo do rio”, enfatiza e acrescenta: “E podem ter sido as constantes escavações da SUMAC que tornou este emissário vunerável”.</p>
<p>Segundo ele, ainda não existe um programa de despoluição de rios e através do extinto programa Bahia Azul a empresa tentava mudar as características da rede de esgotamento sanitário da Bahia. Os trabalhos realizados hoje pela EMBASA, possuem este objetivo e superam os planos de execulção do antigo Bahia Azul. “A retirada das bocas de esgotos do rio faz parte deste programa, só que é necessário trabalhar nas residências para mudar as ligações”. Bandeira acrescenta: “Este trabalho é dificil pois temos que quebrar as casas das pessoas  e na maioria e das vezes elas se recusam a deixar que o nosso trabalho seja realizado”.</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://soteropolitanosdoriovermelho.files.wordpress.com/2007/12/rio_claudiana7.jpg?w=594" alt="rio_claudiana7.jpg" /></p>
<p>Outro problema é o crescimento urbano e desordenado, onde de um lado o problema é resolvido e de outro se complica, e isto ocorre graças ao aparecimento de novos bairros e sua má urbanização, que gera novas redes de esgotamento mal estruturada. Para resolver esse problema é essencial o trabalho de urbanização em toda a cidade, acrescenta Bandeira.</p>
<p>Questionado aos dois orgãos quanto a possibilidade do trabalho em conjunto, Virgílio Bandeira diz que uma forma para tentar resolver o problem seria  trabalhar em parceria com a SUMAC. Fernando Sampaio por sua vez afirma que apenas Almir Melo, diretor admnistrativo da SUMAC, possue respaldo para falar a respeito. E nesse jogo de empurra-empurra, nada se resolve o Rio Vermelho continua poluído atrapalha vida do moradores.</p>
<p>(outubro de 2007)</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/10/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/10/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/10/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com&amp;blog=2151163&amp;post=10&amp;subd=soteropolitanosdoriovermelho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Capoeira é mais que cultura</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Nov 2007 02:30:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Soteropolitanos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[capoeira]]></category>
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		<description><![CDATA[por Vinícius Andrade Entre os transeuntes e o trânsito da Avenida Oceânica no Rio Vermelho, o toque dos atabaques, o som dos berimbaus e os cantos já se fazem levemente presentes. O local de origem dessa agitação é o último andar do prédio dois na Rua Alto da Sereia, um beco com uma grande escadaria [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com&amp;blog=2151163&amp;post=9&amp;subd=soteropolitanosdoriovermelho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://bp0.blogger.com/_973wIKk3WZc/RmagoCDEDdI/AAAAAAAAAj0/xDyh5hyOJT0/s1600-h/capoeira2.jpg"><img style="float:left;cursor:hand;margin:0 10px 10px 0;" src="http://bp0.blogger.com/_973wIKk3WZc/RmagoCDEDdI/AAAAAAAAAj0/xDyh5hyOJT0/s400/capoeira2.jpg" border="0" alt="" /></a>por Vinícius Andrade</p>
<p>Entre os transeuntes e o trânsito da Avenida Oceânica no Rio Vermelho, o toque dos atabaques, o som dos berimbaus e os cantos já se fazem levemente presentes. O local de origem dessa agitação é o último andar do prédio dois na Rua Alto da Sereia, um beco com uma grande escadaria razoavelmente íngreme. Nele está a sede soteropolitana do Instituto Nzinga de Capoeira Angola. Murais informativos, mapas do continente africano, anúncios de causas do povo negro baiano, cabaças e panos com desenhos africanos estendidos, convidam o visitante a mergulhar de cabeça na <a href="http://bp1.blogger.com/_973wIKk3WZc/RmS1ayDEDKI/AAAAAAAAAhc/goPE8Ag5bno/s1600-h/vinicius.jpg"></a>cultura de seu povo, através da capoeira.<span id="more-9"></span></p>
<p><a href="http://bp0.blogger.com/_973wIKk3WZc/RmagoCDEDdI/AAAAAAAAAj0/xDyh5hyOJT0/s1600-h/capoeira2.jpg"></a>O grupo Nzinga foi fundado em 1995, em São Paulo, por Paulo Roberto Guimarães Barreto, Rosângela Costa Araújo e Paula Cristina Barreto, mais conhecidos como Mestre Poloca, Mestre Janja e Mestre Paulinha, respectivamente. Instalou-se em Salvador em 2002 sob a coordenação dos mestres supracitados e segue a linha do falecido Mestre Pastinha, que está situado entre os Mestres Benedito e João Grande na árvore genealógica da prática Angolana.<span class="fullpost"> </span><span class="fullpost">O instituto coloca em primeiro plano, além do ensino da capoeira, a transmissão da cultura africana, o combate contra todas as formas de racismo e a educação sem autoritarismo, dando um valor singular a cada praticante. O intuito é diferenciar-se da capoeira regional do Mestre Bimba, introduzir na capoeira um discurso político-social e afastar-se da violência a qual era associada por muitos. Mais especificamente, a capoeira de Angola é um quase-sinônimo da cultura dos negros Bantos.</span></p>
<p>Mestre Janja, na sua dissertação de Mestrado “Tradição e educação entre os angoleiros bahianos”, afirma sobre a Capoeira de Angola: “A Capoeira praticada nas senzalas, ruas e quilombos foi vista como uma ameaça pelos governantes, que assim estabeleceram, em 1821, medidas de repressão à capoeiragem, incluindo castigos físicos e prisão. As medidas policiais contra a Capoeira só deixaram de vigorar a partir da década de 1930, mas isto não significou que fosse plenamente aceita e que seus praticantes tivessem a simpatia da sociedade brasileira”. E continua: “Assim, dois ramos da Capoeira surgiram na década de 1940 e se distinguiram mais efetivamente a partir dos anos 70. Ocorreu, por um lado, a organização da capoeira esportiva (Capoeira Regional) como arte marcial, e, por outro lado, a mobilização de grupos de resistência cultural afro-baiana, que perceberam nos poucos grupos angoleiros a manutenção dos elementos da capoeira trazidos pelos africanos de origem banto”.</p>
<p><a href="http://bp2.blogger.com/_973wIKk3WZc/RmagTiDEDcI/AAAAAAAAAjs/KNAp50o3kGQ/s1600-h/capoeira.jpg"><img style="float:right;width:292px;cursor:hand;height:188px;margin:0 0 10px 10px;" src="http://bp2.blogger.com/_973wIKk3WZc/RmagTiDEDcI/AAAAAAAAAjs/KNAp50o3kGQ/s400/capoeira.jpg" border="0" alt="" width="304" height="203" /></a><span class="fullpost">Dentro desse panorama, o grupo Nzinga realiza seu trabalho muito próximo do Candomblé, utilizando também três berimbaus, a mesma disposição espacial e rituais semelhantes. Mestre Poloca, 46, afirmou sobre o tema: “A capoeira de Angola é a mãe de todas as outras e vem sendo cada vez mais respeitada, tendo se abastecido muito do candomblé com músicas, letras, entre outras coisas”. A aluna Cristiane Zonzom, 48, salientou o lado mágico da capoeira: “A diferença entre essa capoeira e as outras é o lado lúdico, infantil. Eu venho aqui com os problemas do dia-a-dia e saio de alto astral, alegre. Fiquei viciada na capoeira e nesse ambiente gostoso que ela proporciona”.</span><span class="fullpost">Os instrumentos usados pelo grupo na roda são o berimbau, com seus três tipos: o Gunga, o Médio e o Viola; o atabaque, de origem afro-brasileira; o caxixi, de influências do povo africano e do indígena; o pandeiro, de origem asiática e o agogô e o reco-reco, ambos de origem africana. Já os cantos, são muitas vezes tirados, como já dito, do candomblé, e tem natureza africana sempre. Em depoimento colhido também no site, o Mestre Pastinha diz: “Não é defeito não saber cantar, mas é defeito, e proibido na bateria, não saber responder em coro ao cantador, que canta um enredo improvisado”.</span><span class="fullpost"> </span></p>
<p>E esse ambiente alegre se torna ainda mais colorido com a presença de crianças, devido a um trabalho educacional voluntário, através do ensino de práticas de leitura, expressão oral, teatro, reciclagem de objetos e reforço escolar, como uma espécie de auxílio para a escola da comunidade, realizado pelo instituto. Mestre Poloca comentou sobre essas ações: “Quando nós chegamos aqui, fomos falar com a diretora da escola pública Ana Nery, que fica aqui ao lado, pra que os alunos de lá viessem praticar capoeira aqui, além de fazerem essas atividades que disponibilizamos, já que lá não tem espaço pra isso, é uma escola muito pequena e de poucos recursos, não oferece opções de lazer às crianças”.</p>
<p>A aula para essas crianças acontece geralmente aos sábados, numa rodinha onde são colocados em pauta os temas já citados, levando cultura aos futuros cidadãos. Sávio de Souza Junqueira, de 9 anos, aluno e praticante da capoeira do Instituto Nzinga, deu ares infantis à visão sobre ela: “Eu gosto daqui porque aprendo várias músicas e golpes e porque aqui todo mundo joga devagar”. E o pequenino Wandersan Lima, de 8 anos, vai um pouco mais longe: “Capoeira é o esporte mais legal de todos”.</p>
<p>(maio de 2007)</p>
<p>&nbsp;</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/9/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/9/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/9/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/9/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/9/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/9/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/9/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/9/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/9/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/9/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/9/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/9/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/9/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/9/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/9/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/9/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com&amp;blog=2151163&amp;post=9&amp;subd=soteropolitanosdoriovermelho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Vida de pescador</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Nov 2007 02:26:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Soteropolitanos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Luciana Silva Chuva, sol, ventos fortes, tempestades. Esses não são os únicos problemas enfrentados pelos pescadores da Colônia Z-1. Protagonistas das principais histórias do Rio Vermelho, os pescadores que integram a primeira colônia de pescadores de Salvador superam as adversidades dia após dia e enfrentam as desventuras com muita bravura em troca de um [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com&amp;blog=2151163&amp;post=8&amp;subd=soteropolitanosdoriovermelho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
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<p align="justify">
por Luciana Silva</p>
<p align="justify">Chuva, sol, ventos fortes, tempestades. Esses não são os únicos problemas enfrentados pelos pescadores da Colônia Z-1. Protagonistas das principais histórias do Rio Vermelho, os pescadores que integram a primeira colônia de pescadores de Salvador superam as adversidades dia após dia e enfrentam as desventuras com muita bravura em troca de um escasso rendimento, na luta pela sobrevivência.<span id="more-8"></span></p>
<p align="justify">Entre os, aproximadamente, 600 pescadores afiliados à colônia, Alessandra Fernandes, 24 anos, é a única mulher documentada. Mulher forte e determinada, conhecida como Dandinha, ela enfrentou o preconceito e finalmente adicionou seu nome na lista da Federação de Pescadores do Estado da Bahia. “Queriam me registrar como marisqueira, mas eu não gosto de catar mariscos, gosto de enfrentar o mar, gosto de emoção, de atitude”, diz ela olhando fixamente para o mar.</p>
<p align="justify">Marisqueira é a profissão mais comum entre as mulheres, mas nem por isso as mulheres aderem a essa profissão. Muitas gostam de aventura e preferem enfrentar o preconceito a deixar o amor pela profissão. “Dandinha é muito corajosa, é a única cadastrada na colônia. Existe outras mulheres pescadoras na colônia, mas não são cadastradas. As mulheres sofrem preconceito somente na teoria, com as gozações do pessoal, mas na prática não”, disse Raimundo dos Santos, 42 anos, pescador.</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://soteropolitanosdoriovermelho.files.wordpress.com/2007/12/rvermelho_caroline03g.jpg?w=594" alt="rvermelho_caroline03g.jpg" /></p>
<p>Os pescadores têm direitos como qualquer outro profissional. O auxílio defeso é um benefício equivalente a um salário mínimo e é concedido pelo Ministério do Trabalho e Emprego aos pescadores no período em que é proibida a pesca em respeito à desova (reprodução) do camarão, da lagosta, da piracema e do robalo. Porém, na Colônia Z-1, o secretário da colônia, Jorge Amorim, 61, afirma que eles não recebem o auxílio defeso. “Não recebemos nada, porque não exploramos camarão, lagosta e peixes de defeso. Nossa pescaria é pescaria de linha, artesanal”. A afirmação é confirmada no site <a href="http://www.seagri.ba.gov.br/">www.seagri.ba.gov.br</a>. pela SEAP- Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca que é vinculada ao governo federal.</p>
<p align="justify">Criada no início do ano de 2003, a SEAP foi uma iniciativa do governo petista e tem como finalidade ampliar a exploração do potencial brasileiro de pesca. No Brasil, o consumo de pescados é muito pouco. Pelas estatísticas, esse consumo chega a cerca de 6,2 Kg por habitante, durante o ano. “A pescaria nunca teve secretaria. Agora com o governo Lula temos o SEAP, a nossa secretaria. Temos todo um amparo do governo federal, mas ainda deixa muito a desejar”, disse o presidente da colônia dos pescadores do Rio Vermelho, Eulírio de Menezes.</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://soteropolitanosdoriovermelho.files.wordpress.com/2007/12/rvermelho_joao01g.jpg?w=594" alt="rvermelho_joao01g.jpg" /></p>
<p>No mês de maio, os pescadores tiveram problemas com a chuva. O perigo fica mais evidente e por isso os barcos não são levados ao mar. “Não existe quebra-mar, por isso perdemos os barcos. Nenhum órgão nos ajudou com esse problema. Eles só dão apoio aos outros pescadores”, contestou Jorge Amorim.</p>
<p align="justify"><strong>Venda</strong><br />
A venda dos produtos passa por um longo processo. Depois de serem pescados, os frutos do mar são entregues ao atravessador que paga um preço baixo, vendendo os mesmos por preços mais elevados no mercado ou em domicílio à freguesas fiéis. Ou seja, quem mais sai lucrando são os atravessadores que estipulam o valor final. “Vendemos os peixes ao atravessador por R$ 5,00, eles ficam responsáveis pelas vendas e por tabelar os valores, enfim, não temos lucro”, disse José Pereira, 58 anos, pescador.</p>
<p align="justify">A maior percentagem fica com os atravessadores, enquanto que o pescador vive do pouco que ganha, trabalhando muito sem ter um salário estável. “Pescador vive do que pega no mar, não tem um salário fixo não. Quando o clima não ajuda, não podemos trabalhar por causa da chuva. Ai fica difícil de sustentar nossa família”, disse um pescador que não se identificou.</p>
<p align="justify">O mar se apresenta aos pescadores de diversas maneiras. Ora respeitoso, ora extraordinário e ora majestoso. Todos os dias, estes trabalhadores o afrontam em troca do dinheiro que garantem a sua existência e de suas famílias. Nascem, morrem e vivem nele. Embora algumas pessoas achem que no inverno os pescadores passam por mais dificuldades por causa das chuvas e dos ventos fortes, engana-se quem pensa dessa forma. “A pior época para pescar é o verão, no inverno tem muito mais peixes e o rendimento é melhor”, informou Jorge Amorim.</p>
<p align="justify"><strong>Reconhecimento</strong><br />
Com tantos perigos, sobra preocupação para os familiares e, principalmente, para as esposas. Neuza Maria da Silva de Jesus, 52, mulher de um dos pescadores da Colônia Z-1 passa noites em claro a espera de seu marido “Eu tenho muito orgulho do meu marido, mas a preocupação é muita. Eu fico preocupada quando ele sai em alto mar, principalmente quando está chovendo, não é nem tanto pelo perigo do mar, mas quando está ventando. Eu perco o sono. Tem vezes que não consigo dormir de jeito nenhum”.</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://soteropolitanosdoriovermelho.files.wordpress.com/2007/12/claudiana_riovermelho15.jpg?w=594" alt="claudiana_riovermelho15.jpg" /></p>
<p>O mar é a razão de ser de um pescador. É dele que se tira a sobrevivência, é nele que se passa a maior parte do tempo. Sob chuva ou sol, lá está ele, com a cara e a coragem, o fiel pescador, encarando os mares nas jangadas que são temas infindáveis de poesias e de canções, mas que são ainda atrevidas conduções para o modo de vida de muitos.</p>
<p align="justify">A profissão é pouco reconhecida e não é valorizada. Motivos não faltam para que haja o prestígio indispensável a esses grandes profissionais. Apesar de não serem estimados, é aceitável e esperado que esses profissionais tenham o reconhecimento que merecem. Um dos pescadores mais antigos da colônia não quis ser identificado e lamentou dizendo que “desde que eu me entendo por gente sou pescador. Já vi de tudo aqui, mas nunca vi nosso trabalho ser reconhecido. Isso desanima. Eu fico muito triste com isso”, disse o pescador.</p>
<p align="justify">(junho de 2006)</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/8/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/8/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/8/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com&amp;blog=2151163&amp;post=8&amp;subd=soteropolitanosdoriovermelho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Informal e encantador</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Nov 2007 02:24:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Soteropolitanos</dc:creator>
				<category><![CDATA[CIDADE]]></category>

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		<description><![CDATA[por Luciana Freire O bairro do Rio Vermelho oferece várias opções para se divertir à noite. Uma delas é o mercado do peixe que fica localizado no Largo da Mariquita. O mercado tem mais de 40 anos, fica aberto 24h e é um ambiente informal e seguro localizado na beira-mar. O local vem atraindo muitas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com&amp;blog=2151163&amp;post=7&amp;subd=soteropolitanosdoriovermelho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><a href="http://soteropolitanosdoriovermelho.files.wordpress.com/2007/12/rio-vermelho_claudiana15.jpg" title="rio-vermelho_claudiana15.jpg"></a></p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://soteropolitanosdoriovermelho.files.wordpress.com/2007/12/rio-vermelho_claudiana14.jpg?w=594" alt="rio-vermelho_claudiana14.jpg" /></p>
<p>por Luciana Freire</p>
<p align="justify">O bairro do Rio Vermelho oferece várias opções para se divertir à noite. Uma delas é o mercado do peixe que fica localizado no Largo da Mariquita. O mercado tem mais de 40 anos, fica aberto 24h e é um ambiente informal e seguro localizado na beira-mar. O local vem atraindo muitas celebridades e pessoas de todas as idades e todas as classes.<span id="more-7"></span></p>
<p align="justify">O mercado possui uma vista sedutora, ao som das ondas do mar. A colônia dos pescadores fica em frente, dá pra sentir o cheiro dos peixes e a brisa do mar. É rodeado de casinhas de santos, como Santa Bárbara, Iemanjá, simbolizando a crença e a fé dos pescadores.</p>
<p align="justify">O mercado é formado por 32 boxes, que fornecem um cardápio bastante variado, como por exemplo sarapatel, feijoada, frutos do mar e inúmeros tira-gostos. Segundo Antônio Nunes Fonseca, 56 anos, proprietário do bar do Nunes, “os freqüentadores têm gostos diversos, mas tenho 10 anos com esse boxe e os cardápios mais pedidos são o arrumadinho e o escondidinho”. Esses pratos são compostos por salada, farofa e carne-de-sol, tendo uma aparência e um aroma irresistível, com o custo de R$ 14,00.</p>
<p align="justify">Já José Batista dos Santos, 62 anos, proprietário do bar Bom Apetite, ressalta: “Tenho 17 anos com esse ponto. E os clientes do meu boxe têm preferência por pratos pesados, à noite, como feijoada, rabada. E, pelo dia, pratos leves, como frutos do mar e arrumadinho”. O arrumadinho dele é muito famoso, pois ele acrescentou ao prato calabresa, charque, bacon e feijão-fradinho, mantendo o preço de R$ 14,00.</p>
<p align="justify">Para beber, o local também oferece diversas opções, porém a bebida mais requisitada é a batida de Diolino. Santos conta que “Diolino ajudou a fundar o mercado juntamente com os moradores do bairro do Rio Vermelho. A batida de coco é a mais pedida pelos fregueses”. Atualmente Diolino não tem boxe, ele só fornece a batida para todos os boxes do local, pois essa foi a melhor maneira de cortar os gastos já que o valor cobrado pela batida é R$1,50.<br />
Nunes explica que o mercado é bem policiado, pois além da segurança particular dos proprietários dos boxes, eles têm o apoio da 7º delegacia, que dá uma assistência especial ao local, com rondas e viaturas policiais transitando a todo momento. “Proibimos a circulação de ambulantes e mendigos no local, para não intimidar os freqüentadores e causar uma visão negativa do ambiente”, revela Nunes.</p>
<p align="justify">De acordo com Sideval Ferreira Gonzaga, 46 anos, chefe do setor de mercados da Secretária Municipal de Serviços Públicos, SESP, órgão da prefeitura responsável pelo mercado do peixe, “para conseguir um bar no mercado, é necessário ter um boxe disponível no local. O interessado compra um edital na prefeitura com um valor irrisório e esse edital equivale a uma licitação pública”.</p>
<p align="justify">Os proprietários dos boxes pagam uma taxa mensal de manutenção pelo ponto, com um valor simbólico, pois eles já têm uma concessão da prefeitura que possibilita o funcionamento do seu bar, dentro das normalidades da lei. Sideval também declara que “o mercado tem um condomínio próprio que cuida da parte de segurança e limpeza. A prefeitura não é responsável por essa tarefa”.</p>
<p align="justify">O mercado é freqüentado por várias pessoas, chegando a atingir 600 a 700 pessoas nos finais de semanas, que são os dias de maior movimento. Celebridades como Edilson, Vampeta, Regina Dourado e Lázaro Ramos costumam freqüentar o local. Ivete Sangalo também já fez uma reportagem sobre o mercado para a primeira edição do programa Altas Horas, da Rede Globo, comandado por Serginho Groissman.</p>
<p align="justify">Por causa dessas referências positivas, a revista Veja elegeu o mercado do peixe como o melhor opção para final de noite da cidade de Salvador por 5 anos consecutivos, e tanto os proprietários como os fregueses acham que essa iniciativa da revista ajuda a divulgar e valorizar o ambiente.</p>
<p align="justify">Algumas pessoas dizem que o mercado do peixe deixou de ser peixaria para se tornar bar, mas Antônio Nunes conta outra versão. “O nome é uma tradição. Pela manhã, os peixes eram pescados. Quando o pescador voltava, o cliente escolhia o peixe e a gente ia prepará-lo na cozinha do bar. Sempre foi boxe, nunca vendeu peixe desse lado”. Ele ressalta também que a peixaria sempre foi do lado oposto ao mercado.</p>
<p align="justify">Quando o mercado do peixe foi fundado, ele localizava-se em um casarão antigo, em frente ao acarajé da Cira. Durante o mandato de Mário Kertész como prefeito de Salvador, ele transferiu o mercado para a beira-mar, com o objetivo de reformar o casarão e construir o Hotel Bahia Park. Sideval afirma que “o mercado era antigo e não atendia às necessidades dos freqüentadores, então houve uma iniciativa da prefeitura de modificá-lo”. Com essa mudança, a peixaria foi para um lado e os bares para outro. Os proprietários dos boxes estão aproveitando a ótima fase que vêm vivenciando, o movimento está muito bom no mercado e eles estão satisfeitos. A esperança deles é que essa fase demore para passar.</p>
<p align="justify">(junho de 2006)</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/7/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/7/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/7/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/7/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/7/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/7/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/7/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/7/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/7/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com&amp;blog=2151163&amp;post=7&amp;subd=soteropolitanosdoriovermelho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Festa sincrética</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Nov 2007 02:22:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Soteropolitanos</dc:creator>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>

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		<description><![CDATA[por Luciana Silva                                                             Quem passa pela Rua Guedes Cabral, no Rio Vermelho, depara-se com uma das mais famosas paróquias da cidade do Salvador: a igreja de Santana. Esta paróquia sempre se destacou pelo sincretismo religioso com os ritos africanos e pela festa de Santana, que ocorre no dia 26 de julho, no Rio Vermelho. Localizada [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com&amp;blog=2151163&amp;post=6&amp;subd=soteropolitanosdoriovermelho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://soteropolitanosdoriovermelho.files.wordpress.com/2007/12/rvermelho_tassia03g.jpg" title="rvermelho_tassia03g.jpg"></a><img src="http://soteropolitanosdoriovermelho.files.wordpress.com/2007/12/claudiana_riovermelho14.jpg?w=594" alt="claudiana_riovermelho14.jpg" /></p>
<p align="justify">
por Luciana Silva                                                            </p>
<p align="justify">Quem passa pela Rua Guedes Cabral, no Rio Vermelho, depara-se com uma das mais famosas paróquias da cidade do Salvador: a igreja de Santana. Esta paróquia sempre se destacou pelo sincretismo religioso com os ritos africanos e pela festa de Santana, que ocorre no dia 26 de julho, no Rio Vermelho. <span id="more-6"></span></p>
<p align="justify">Localizada no largo mais badalado do bairro, ao lado da colônia de pesca e da casa de Iemanjá, possui arquitetura simples e recebe os fiéis de todos os lugares durante as missas realizadas pelo padre Ângelo Magno Carmo Lopes. A igreja matriz foi construída na segunda metade do século XIX. Com a grande aglomeração dos fiéis, foi necessário construir uma nova sede, a poucos metros de distância, na região do antigo forte do Rio Vermelho, que havia sido demolido pela prefeitura. Na nova sede, as pessoas que freqüentam as missas são de Salvador. Janete Góes Julião, 46, trabalha voluntariamente na paróquia há 10 anos e afirmou que “a maioria dos fiéis são brasileiros, os paroquianos do bairro, os turistas vêm, mas é pouco”.</p>
<p align="justify">A igreja proporciona a seus adeptos a festa de Santana, que surgiu em 1823, quando os pescadores da colônia do Rio Vermelho passaram a venerar a imagem de uma mulher idosa, vista no mar, que acreditavam ser Santana. A partir daí começaram a reverenciá-la no último domingo antes do carnaval. A população do bairro, principalmente os pescadores, se arrumava com suas melhores roupas e partia em romaria nas suas jangadas – na procissão terrestre saiam pelas ruas do bairro.</p>
<p align="justify">Atualmente, comemorada no dia 26 de julho, tem uma trajetória bastante curiosa e em decorrência da festa de Iemanjá foi perdendo espaço. O padre Ângelo, 53, é contra a festa de Iemanjá e se defendeu dizendo que ele não participa por considerá-la uma festa pagã. “Eu não participo, fecho a igreja com três dias na festa de Iemanjá. O que eles cultuam não é da religião católica e sim do candomblé”, ainda completou dizendo que Iemanjá era invenção e que se existe alguma rainha das águas é Nossa Senhora.</p>
<p align="justify">Antes a festa de Santana era considerada como prévia carnavalesca. Faziam parte dessa celebração: novena, procissão, lavagem das escadarias da igreja, leilões, quermesses, concursos de rainhas e princesas, bailes particulares, fogos de artifícios, batalhas de confete, grupo de mascarados e até lança perfume.</p>
<p align="justify" style="text-align:center;"><img src="http://soteropolitanosdoriovermelho.files.wordpress.com/2007/12/rvermelho_tassia03g.jpg?w=594" alt="rvermelho_tassia03g.jpg" /></p>
<p align="justify">
<p>Essas programações consideradas como religiosas e profanas, juntamente com a presença dos cultos africanos, acabaram gerando conflitos entre os pescadores e os padres católicos. Hoje, existe um respeito muito grande entre a igreja e os pescadores. “Não existe conflito nenhum. O padre Ângelo é uma boa pessoa, um bom padre, a gente respeitamos muito ele porque ele não interfere em nada e se preocupa com a gente. Ele não participa da nossa festa, mas a gente participamos da dele. Eu entendo ele e respeito”, disse Gilson Alves dos Santos, 67, que há 40 anos faz parte da colônia dos pescadores do Rio Vermelho.</p>
<p align="justify">O padre Ângelo destacou que é contra o sincretismo religioso e até citou padre Pinto por não seguir os preceitos impostos pela igreja. “Se houver sincretismo é por parte deles. São eles que fazem essa mistura, cultuando alguns de nossos santos como as divindades deles. O padre Pinto, por exemplo, errou e agora está pagando por causa de suas atitudes indevidas”.</p>
<p align="justify">Com o fim dos 10 dias de festas no início do ano, as homenagens a Santana se resumem apenas ao dia 26 de julho e às novenas e missas realizadas na paróquia. Apesar de tanta polêmica, das dificuldades encontradas e da força que a festa foi perdendo, é provável que no próximo 26 de julho a festa de Santana sobreviva.</p>
<p align="justify">(junho de 2006)</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/6/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/6/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/6/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/6/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/6/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/6/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/6/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/6/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/6/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com&amp;blog=2151163&amp;post=6&amp;subd=soteropolitanosdoriovermelho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Teatro Sesi promove projetos sociais</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Nov 2007 02:20:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Soteropolitanos</dc:creator>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>

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		<description><![CDATA[por Rosário Padilha Situado num lugar privilegiado da cidade do Salvador, O Teatro Sesi se destaca em meio aos aspectos naturais e a história do bairro do Rio Vermelho. Próximo ao mar, à Colônia de Pescadores, à Igreja de Santana e ao famoso Largo da Mariquita, é fácil encontrá-lo diante da formosura de um casarão [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com&amp;blog=2151163&amp;post=5&amp;subd=soteropolitanosdoriovermelho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img src="http://soteropolitanosdoriovermelho.files.wordpress.com/2007/12/rvermelho_tassia01g.jpg?w=594" alt="rvermelho_tassia01g.jpg" /></p>
<p>por Rosário Padilha</p>
<p align="justify">Situado num lugar privilegiado da cidade do Salvador, O Teatro Sesi se destaca em meio aos aspectos naturais e a história do bairro do Rio Vermelho. Próximo ao mar, à Colônia de Pescadores, à Igreja de Santana e ao famoso Largo da Mariquita, é fácil encontrá-lo diante da formosura de um casarão antigo pintado de amarelo, local onde funciona. Com oito anos de existência, realiza projetos de responsabilidade social, a fim de incentivar a cidadania entre os jovens carentes da região, e ações relacionadas às indústrias.<span id="more-5"></span></p>
<p align="justify">Comprometido com temas direcionados a sociedade, o teatro oferece projetos gratuitos para a comunidade, como o “Onda Jovem” e o “Superação Jovem”, que incentivam a arte para crianças e adolescentes. Professora e ex-aluna deste projeto, Luciana Rocha, 21, comenta: “O Onda mudou a minha vida. Através do teatro me senti mais valorizada, mais cidadã e hoje estou atuando como professora. A nossa proposta de responsabilidade social é fazer do teatro um mecanismo para valorizar o jovem”.</p>
<p align="justify">Coordenadora há 1 ano do Projeto Superação Jovem, Lílian Santos, 27, explica o seu principal objetivo: “Temos um compromisso com jovens entre 14 e 19 anos dessa região, não somente do bairro do Rio Vermelho, mas com as comunidades circunvizinhas. O nosso objetivo é resgatar esses jovens da marginalidade”.</p>
<p align="justify">Apoiados pelo Conselho Comunitário do Rio Vermelho, Lílian afirma que a própria comunidade auxilia no acesso ao projeto, se comprometendo em passar as informações aos jovens sobre as atividades realizadas pelo Teatro, como também verificando se esses adolescentes estão freqüentando a escola.</p>
<p align="justify">A coordenadora argumenta: ”O curso de teatro é gratuito, mas é de fundamental importância que os nossos alunos estejam matriculados e freqüentando as escolas. Essa é a nossa principal exigência”. Assegurando estar motivado, o aluno da Superação Jovem Irlan de Lima Carvalho, 19, fala: “Me sinto muito contente em fazer parte desse projeto, por isso vou a escola. Aqui a gente aprende muita coisa através do teatro, da arte”.</p>
<p align="justify">“Depois do Teatro aqui no bairro, a partir desses projetos sociais, a criminalidade entre os jovens diminuiu bastante. A juventude aprende muita coisa através da arte e do teatro, e a principal é a cidadania. Estou muito feliz com o trabalho do teatro e do Sesi. Hoje me sinto orgulhoso em fazer parte dessa comunidade!”, afirma Expedito Alves dos Anjos, 61, morador antigo do Rio Vermelho.</p>
<p align="justify">Vinculado à Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), o Teatro Sesi não  só tem um compromisso de responsabilidade social com a comunidade, mas com as indústrias e, sobretudo, com os industriários. Entrevistada sobre o funcionamento da parceria entre o SESI (Serviço Social da Indústria) e a FIEB, a secretária e assessora de comunicação do Teatro, Liliane Oliveira, afirma: “A FIEB é vinculada ao Teatro Sesi. Oferecemos ao público baixo custo no valor de ingressos em espetáculos diários. Damos a liberdade para o cliente escolher o preço na bilheteria. Por ser um teatro pequeno, com poltronas apertadas, comportando pouca gente, a produção define o valor; o que acaba ficando barato”. </p>
<p align="justify">O Teatro realiza o Projeto “Arte na Empresa” que desde 1999 trabalha para os industriários. Coordenadora do Projeto e responsável pela produção cultural, Natalice Sales, 26, entrevistada sobre a principal finalidade dessa atividade, diz: “Os empresários nos contratam a fim de promover a motivação entre os industriários. Servimos como auxílio das indústrias para tratar de temas considerados pertinentes para os funcionários, através dos espetáculos”.</p>
<p align="justify">Questionada a propósito das demais promoções oferecidas pelo Teatro, a coordenadora argumenta: “Além do Projeto Arte na Empresa que motiva o industriário por meio de espetáculos no interior das indústrias, o Teatro Sesi oferece para os indústriarios e dependentes, descontos e mesmo gratuidade em seus espetáculos. O expediente funciona até 0h, para que os funcionários possam freqüentar. É necessário um trabalho de divulgação por parte das empresas”.</p>
<p align="justify">Associada ao Teatro Sesi, a FIEB procura, através do SESI/BA, promover entre as indústrias e os funcionários propostas que venham a contribuir para o aprimoramento das empresas no estado. Sobre a função desta federação, a representante e integrante da assessoria de comunicação da FIEB, Cândida Lemos, diz: “A organização é a representação do setor industrial no Estado da Bahia, e o Sesi está integrado ao nosso sistema. Através de programas de auxílio aos industriários, como programas de saúde, assistência odontológica, em específico programas relacionados ao lazer, buscamos qualidade de vida entre os funcionários”.</p>
<p align="justify">O Sistema possui uma parceria com o Teatro através do Programa Arte na Empresa. Durante a entrevista, a representante da FIEB afirma: “O objetivo do Teatro é atrair o público das indústrias, incentivando o talento entre eles, até mesmo utilizando premiações anuais, de poesias e músicas, pois muitos funcionários escrevem e compõem. A idéia é de apoiar os industriários, montando espetáculos utilizando a linguagem teatral para passar as informações das indústrias”.</p>
<p align="justify">Entre projetos direcionados as indústrias e atividades para jovens e crianças carentes do Rio Vermelho, o Teatro Sesi promove e incentiva a arte e a cultura em Salvador. Funcionário há cinco anos da entidade, o segurança Edmilson Silva diz: “Aqui no Teatro  já vi de tudo um pouco, meninos da comunidade virando artistas e espetáculos inesquecíveis. Muitas vezes observei no camarim como é a vida dos atores, entre textos e ensaios. Confesso que ri muito nesta minha segunda casa, mas algumas vezes chorei”.</p>
<p align="justify">(junho de 2006)</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/5/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/5/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/5/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com&amp;blog=2151163&amp;post=5&amp;subd=soteropolitanosdoriovermelho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>História desconhecida</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Nov 2007 02:10:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Soteropolitanos</dc:creator>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[rio vermelho]]></category>

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		<description><![CDATA[Texto e fotos: Rosário Padilha Conhecido historicamente pela sua cultura, o Rio Vermelho apresenta como principais atrativos a antiga colônia de pescadores, as baianas de acarajé, a residência do falecido escritor Jorge Amado e de sua esposa, também escritora Zélia Gattai, e os festejos da comunidade, em especial a festa de Iemanjá, comemorada anualmente. Entretanto, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com&amp;blog=2151163&amp;post=4&amp;subd=soteropolitanosdoriovermelho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><a href="http://bp3.blogger.com/_973wIKk3WZc/Rlz2p4la5jI/AAAAAAAAAZ4/Ele6wv0FMOY/s1600-h/r2.jpg"><img border="0" src="http://bp3.blogger.com/_973wIKk3WZc/Rlz2p4la5jI/AAAAAAAAAZ4/Ele6wv0FMOY/s320/r2.jpg" style="float:left;cursor:hand;margin:0 10px 10px 0;" /></a>Texto e fotos: Rosário Padilha</p>
<p>Conhecido historicamente pela sua cultura, o Rio Vermelho apresenta como principais atrativos a antiga colônia de pescadores, as baianas de acarajé, a residência do falecido escritor Jorge Amado e de sua esposa, também escritora Zélia Gattai, e os festejos da comunidade, em especial a festa de Iemanjá, comemorada anualmente. Entretanto, alunos do ensino fundamental da rede municipal de educação, residentes do bairro Rio Vermelho, desconhecem suas próprias raízes históricas e culpam os professores pela falta de incentivo cultural em sala de aula.<span class="fullpost"></span><span class="fullpost"> <span id="more-4"></span></span><span class="fullpost"></span><span class="fullpost"></p>
<p align="justify">Em entrevista com os representantes das principais escolas do bairro, Cristo é Vida, Oswaldo Cruz e Hercília Moreira, se observa que muitos educadores seguem apenas o cronograma oferecido pela Secretária de Educação e Cultura (SMEC). “A nossa escola não costuma trabalhar com a cultura do bairro, mas nem por isso deixamos de cumprir o calendário. Nossos professores abordam em sala as principais datas comemorativas do ano, como o dia do índio e o folclore. A prefeitura até cede o material se quisermos trabalhar com tema”, argumenta a secretária da Escola Cristo é Vida, Regina Celi.</p>
<p align="justify">Questionada sobre a exposição de temas culturais em sala de aula relacionadas ao bairro, a secretária diz: “Infelizmente a realidade de nossas crianças é diferente. Respeitamos a tradição, a cultura, a festa, as religiões, mas devido à escola ser apoiada por padres, evitamos falar de certos temas que venham a ser contra a doutrina católica; como por exemplo, a festa de Iemanjá, uma festa pagã e profana”.</p>
<p align="justify">Há três anos a entidade se transformou em escola, com ajuda da prefeitura municipal de Salvador, atendendo crianças de baixa renda, do pré-escolar à 2ª série. Junto à escola, situada na Chapada do Rio Vermelho, funciona a Fundação Dom Avelar, programa realizado pelo projeto Cidade Mãe e Ágata Esmeralda, surgida na Itália com o objetivo de integrar crianças e adolescentes marginalizados no âmbito social onde vivem. Cursos gratuitos são oferecidos pela entidade e acompanhamento de assistentes sociais.</p>
<p align="justify">Aluno da escola Cristo é Vida, David Soares, 10, conta: “De vez em quando a gente fala do bairro; mas só de vez em quando. Eu só sei mesmo é que ele se chama Rio Vermelho, a história a professora nunca me falou”. Entrevistada sobre o método educacional utilizado para se falar da região em sala de aula, a vice-diretora da Escola Oswaldo Cruz, Ana Carla Pereira de Souza, procurou argumentos dentro da programação da SMEC, que respondessem a questão em evidência, abordando somente o tema da Iª Unidade “Identidade”, difundido por todas as escolas municipais da cidade do Salvador, onde os alunos são incentivados somente neste período a terem uma noção do espaço físico onde vivem. <a href="http://bp3.blogger.com/_973wIKk3WZc/Rlz2z4la5kI/AAAAAAAAAaA/pzduVJep7IU/s1600-h/r3.jpg"><img border="0" src="http://bp3.blogger.com/_973wIKk3WZc/Rlz2z4la5kI/AAAAAAAAAaA/pzduVJep7IU/s320/r3.jpg" style="float:right;cursor:hand;margin:0 0 10px 10px;" /></a></p>
<p align="justify"><a href="http://bp2.blogger.com/_973wIKk3WZc/Rlj0Nola44I/AAAAAAAAATk/ZFN2mFjOtF0/s1600-h/Ros%C3%A1rio3.jpg"></a>Inconformada com tal argumentação, Josevalda Cerqueira, mãe de duas alunas da 1ª série da instituição afirma: “Essa escola fala pouco do bairro, poderia falar mais. As crianças me perguntam sobre a Colônia de Pescadores, mas eu não sei responder. Os professores poderiam passar pesquisas, assim elas aprenderiam mais”.</p>
<p align="justify">Preocupados em resgatar a memória histórica do rio Vermelho, alguns professores buscaram alternativas fora do plano pedagógico do ano letivo, para integrar a comunidade a escola, implantando atividades expositivas para os seus alunos.</p>
<p align="justify">Segundo Rita Estrela, Diretora da Escola Hercília Moreira, “há muito que se fazer para inserir a comunidade em sala de aula, mas procuramos trabalhar o tema “bairro” com o máximo de dedicação. Lógico que somos obrigados a seguir e cumprir o calendário e orientações da SMEC, mas nem por isso deixamos de adaptar os temas à realidade do alunado, até porque a maioria deles são filhos de pescadores. Por isso sempre no 1º semestre vamos visitar alguns pontos turísticos, em parceria com os moradores daqui, saímos do espaço escola para o espaço de socialização. Ano passado criamos um livrinho sobre a História do Rio Vermelho”.</p>
<p align="justify">“Iniciativas como estas elevam o padrão das escolas públicas no estado da Bahia e até mesmo no Brasil”, afirma Guilhermino Antunes de Santana, morador antigo e pescador da localidade.</p>
<p align="justify">Atendendo as regiões da Orla, incluindo o bairro do Rio Vermelho, funciona o Conselho Regional de Educação (CRE-Orla), órgão ligado a SMEC, voltado diretamente para as necessidades das escolas municipais e os seus alunos. Questionada sobre seu principal objetivo, sua representante, a secretária Indira Moraes Santana argumenta: “Trabalhamos como um escritório público, voltado diretamente para as escolas e alunos. Queremos garantir uma escola pública de qualidade, visando o compromisso com a ética, para no futuro formarmos futuros cidadãos inclusos na sociedade. Temos uma preocupação com a questão do bairro na escola. As crianças precisam conhecer a história e cultura, por isso qualificamos nossos professores oferecendo cursos que venham a contribuir com esta proposta, a exemplo do Seminário Latino Americano de Educação Infantil. A escola e a comunidade têm um papel importantíssimo na vida do ser humano”.</p>
<p align="justify"><strong>Biblioteca<br />
</strong>Reinaugurada em 2004 com a ajuda de pescadores, a Biblioteca Juracy Magalhães Júnior, possui mais de 20 mil livros, entre eles relatos dos próprios moradores sobre o Rio Vermelho. De acordo com Antônio Souza, funcionário do local, “dificilmente alunos procuram assuntos relacionados ao bairro. A busca maior é por história geral, o próprio Brasil, o que é uma pena, já que possuímos um valioso acervo sobre o bairro. Os professores deveriam incentivar as crianças desde o começo da escola a freqüentarem a biblioteca, tendo como atrativo o lugar onde eles vivem. Isso certamente despertaria a curiosidade e por conseqüência abririam portas para o conhecimento”.<br />
(junho de 2006)</p>
<p></span></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/4/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/4/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com/4/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=soteropolitanosdoriovermelho.wordpress.com&amp;blog=2151163&amp;post=4&amp;subd=soteropolitanosdoriovermelho&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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